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EPIs - Efeito Naomi Campbell - roupas de proteção contra coronavírus estão cada vez mais comuns em aviões


02/06/20

 No ano passado, a supermodelo Naomi Campbell ganhou as manchetes quando compartilhou um vídeo de si mesma higienizando seu assento na Qatar Airlines. A limpeza envolvia lenços desinfetantes, luvas descartáveis e uma máscara facial. E isso foi antes da pandemia do novo coronavírus. Com o mundo lutando contra a Covid-19, a britânica levou seus hábitos de higiene a bordo um passo adiante, vestindo um traje de proteção. E ela não está sozinha, como mostra uma reportagem do "The Washington Post".

 
As roupas de proteção são itens cada vez mais comuns para viajantes aéreos regulares, bem como para funcionários de companhias aéreas. Esse tipo de EPI (equipamento de proteção individual) pode custar menos de US$ 20 (cerca de R$ 107) na internet, mas os especialistas em saúde não recomendam usá-lo em aviões durante a pandemia.
 
"Usar um traje de proteção em um avião é desnecessário e pode causar preocupações indevidas a outros viajantes", disse Scott Pauley, assessor de imprensa do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA ao jornal americano: "O CDC recomenda o uso de proteção de rosto de pano em locais públicos, onde outras medidas de distanciamento social são difíceis de manter".
 
No entanto, várias companhias aéreas estão exigindo que os comissários de bordo usem esses trajes em aviões, incluindo Philippine Airlines, AirAsia e, mais recentemente, a partir do último dia 18, a Qatar Airways, segundo informou a CNN. "Introduzimos essas medidas adicionais de segurança a bordo de nossos voos para garantir a saúde e o bem-estar contínuos de nossos passageiros e tripulantes de cabine, além de limitar a propagação de coronavírus", afirmou em nota Akbar Al Baker, executivo-chefe do Grupo Qatar Airways: "Como companhia aérea, mantemos os mais altos padrões de higiene possíveis para garantir que possamos levar as pessoas para casa com segurança durante esse período".
 
De acordo com Adrian Hyzler, diretor médico da Healix International, empresa especializada em serviços médicos e de assistência médica e de viagem internacional, nem a Associação de Segurança Aérea da União Européia (EASA) nem a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) recomendam trajes de proteção para as tripulações de companhias aéreas, a menos que estejam lidando com passageiros doentes.
 
Hyzler explicou ao "The Washington Post" que uma das preocupações que essas roupas sejam tiradas indevidamente. Se houver algum vestígio do coronavírus no traje, os usuários podem entrar em contato com ele ao retirar o EPI. Outra questão é que eles podem dar uma falsa sensação de segurança.
 


Fonte: Extra


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