




O Instituto de Criminalística (IC) de São Paulo criou o Banco de Perfis Genéticos da Superintendência da Polícia Técnico-Científica, que vai reunir dados genéticos para auxiliar, principalmente, nas investigações de crimes sexuais ou na identificação de corpos, por meio de DNA, informou a Secretaria de Segurança Pública do Estado, nesta terça-feira.
A resolução que cria o banco de dados genético foi assinada pelo secretário de Secretaria Segurança Pública do Estado, Antonio Ferreira Pinto, e o sistema já foi instalado, mas o funcionamento ainda depende de autorização jurídica.
Segundo a secretaria, os perfis genéticos deverão ser comparados com amostras biológicas coletadas por médicos-legistas em vítimas de violência e em suspeitos. Nos casos de identificação de corpos, as amostras deverão ser comparadas com as de possíveis parentes das vítimas.
As informações também estarão disponíveis para todo o País, por meio da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos.
Os aspectos jurídicos do banco de dados devem ser definidos durante reunião que será realizada em Brasília, na quarta-feira, onde deve ser determinado de que forma será feita a coleta e o armazenamento das amostras.








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