




Repórter da Rádio 98 Correio FM é agredida por segurança do Posto de Saúde da Família do Geisel
Na semana internacional da Mulher, a repórter da Rádio 98 FM Poliano Sorentino foi agredida por um segurança conhecido como “Joel” no PSF do bairro do Geisel. A agressão aconteceu na manhã desta quinta-feira (11), durante uma transmissão ao vivo para o programa Correio da Manhã.
Em contato telefônico com a reportagem do portal PB Agora, a repórter Poliana infomrou que o fato aconteceu no instante em que ela havia terminado uma matéria para o programa, sobre a falta de infra-estrutura naquela unidade hospitalar:
“ Quando acabei a matéria, peguei meu celular para bater umas fotos de uns formigueiros, e o segurança me seguiu e puxou meu braço”, relatou.
Poliana também disse que o segurança gritou com ela, alertou que ela não poderia bater as fotos e segurou a sua mão apertando o celular.
De imediato uma funicionária gritou: “Não faça isso Joel!”, e logo então o segurança soltou a mão da repórter e o celular caiu no chão, vindo a se quebrar.
“Não esperava, pois em momento algum faltei com o respeito ao segurança e aos funcionários do PSF, estava apenas cumprindo uma pauta”, desabafou.
Percebendo a gravidade do fato, o apresentador do Programa Marcelo José se solidarizou com a situação e disse que iria se dirigir até a delegacia para prestar queixa contra a agressão sofrida pela colega de trabalho.
Ainda esta semana, moradores da comunidade Nova República, localizada também no bairro do Geisel reclamaram do mau atendimento da unidade, principalmente da atendente que marca as consultas e os exames. Uma das moradoras da comunidade, que se identificou apenas como Ana, denunciou o descaso e falta de profissionalismo da recpecionista.
De acordo com o relato de Ana, ao se dirigir a atendente para indagar sobre a marcação de um exame que deveria ser feito pelo posto de saúde, a profissional utilizava o computador para teclar no msn, olhar o orkut e o twitter, além também de escutar música pelo computador em alto e bom som.
"O PSF do Geisel está parecendo mais uma lan house, a atendendente só utiliza o computador para uso pessoal, com msn, orkut e sites de fofocas", denunciou.
Ana disse que chegou a falar em tom alto com a atendente para saber se a mesma tinha alguma informação sobre a marcação de exames. "Depois que falei alto é que ela foi olhar se meu exame estava marcado, e foi a maior dificuldade, pois ela mal sabia mexer no programa do computador que marcava consultas, e o pior de tudo é que lá ela constatou que haviam seis vagas para o exame naquele dia e ninguém da unidade marcou o meu. Vou ter que esperar mais uns dois meses pelo visto", desabafou.
A unidade do posto da família do bairro do Geisel é uma das que mais sofre reclamações de moradores. Outras unidades distribuídas pela Capital também são alvo de denúncias. A maioria se refere ao mau atendimento e a falta de médicos e profissionais para atender a população.








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