




Os diretores sindicais e funcionários do frigorífico, Renata dos Santos, que trabalha no setor de desossa e Nilson Pereira Nunes, do setor de abates, protocolaram ofício do sindicato na superintendência, pedindo providências urgentes do órgão para coibir as irregularidades que vêm sendo cometidas naquela empresa. O documento foi assinado pela diretoria do sindicato, que conta com o apoio da Federação dos Trabalhadores na Indústria de Alimentação e Afins de Mato Grosso do Sul - FTIAA/MS.
Os funcionários Renata e Nilson Pereira explicaram que o frigorífico está obrigando os funcionários a efetuarem horas extras e em vez de pagá-las, está colocando-as no "banco de horas" , de forma irregular, já que não existe nenhuma acordo com o sindicato dos trabalhadores, autorizando a empresa a usar desse instrumento. "O uso de banco de horas só pode ser usado se for devidamente conveniado entre as partes em Convenção Coletiva de Trabalho. Caso contrário é ilícito. Não pode ser usado", explicou Vilson Gimens Gregório, vice-presidente do sindicato e presidente da FTIAA/MS.
De acordo com as denúncias, o JBS vem usando irregularmente desse instrumento (banco de horas) há mais de quatro meses, sendo que em outubro o sindicato já havia efetuado a mesma denúncia à superintendência do MTE. Só que nada foi feito. "Esperamos que providências urgentes sejam tomadas agora, pois o número de horas extras tem crescido bastante nesse banco irregular de horas extras", explica Renata dos Santos.








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