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Acid. Trabalho - Pedreiro que trabalha em prisão cai do telhado e quebra perna e braços


07/01/20

 Família afirma que, durante a saída de fim de ano, preso havia comentado sobre o medo de trabalhar na unidade sem equipamento de segurança

 
O pedreiro Flávio Pinto Rosa, 59 anos, preso no CPP (Centro de Progressão Penitenciária) de Tremembé (a cerca de 150 km de São Paulo), fraturou os dois braços e a perna após cair durante trabalho dentro da unidade prisional, na última sexta-feira (3).
 
Segundo a SAP-SP (Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo), Rosa se acidentou enquanto trabalhava na troca de algumas telhas de um pavilhão que tinham sido retiradas devido às fortes chuvas que atingiu a região.
 
Ainda conforme a pasta, após o acidente, o pedreiro "foi imediatamente socorrido e levado ao hospital com o diagnóstico de fratura em uma das pernas e no pulso, permanecendo internado para o tratamento inicial, com bom estado geral de saúde (estável)".
 
Rosa passou o fim de ano em casa, em São José dos Campos (a cerca de 90 km da capital paulista), e teria comentado com a família sobre seu medo de trabalhar na unidade prisional por não usar equipamentos de segurança.
 
Questionada pelo R7, a secretaria disse que o pedreiro "assim como todo reeducando que exerce atividades laborterápica na unidade, utilizava itens básicos de segurança". 
 
O pedreiro, que cumpre pena a cerca de três anos e está no regime semi-aberto, faz parte da equipe de manutenção geral juntamente com outros presos da unidade.
 
Ele voltou para o presídio na quinta-feira (2), conforme determinado pelas regras aos beneficiados pela saída temporária de Natal e Ano-Novo, e no primeiro dia de trabalho após o retorno, sofreu o acidente.
 
Desde que sofreu foi internado, a família diz que não conseguiu visitar o preso e, em contato telefônico com o Hospital Regional do Vale do Paraíba, teria recebido a informação de que não há previsão para liberação de visita.
 
A repotagem também entrou em contato com a unidade de saúde. Por meio da assessoria de imprensa, o hospital disse que não tem autorização para passar informações sobre o paciente e que os questionamentos deveriam ser feitos para SAP-SP.
 
A secretaria disse que Rosa está "com bom estado geral de saúde (estável)", e afirmou que "após alta o reeducando permanecerá em tratamento no próprio CPP". Sobre o recebimento de visitas, a pasta disse apenas que Rosa "possui um familiar cadastrado em seu rol, tendo sido visitado pela última vez em setembro de 2018".
 
A unidade prisional, que recebe presos em regime semi-aberto (que têm autorização para sair para trabalhar ou receber por serviços prestados dentro da própria unidade), tem uma população carcerária 12% acima da capacidade. Conforme a própria SAP-SP, a unidade deveria receber, no máximo, 2.672, mas tem 3.008 detidos atualmente.


Fonte: R7


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