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SST - A segurança das ferramentas elétricas


08/10/19

 No uso das ferramentas elétricas deve-se obedecer, obrigatoriamente, as normas técnicas relacionadas com a sua segurança. Por exemplo, a norma técnica aplicável a esmerilhadeiras, politrizes e lixadeiras a disco, incluindo ferramentas angulares, retas e verticais, com capacidade nominal não excedendo 230 mm. Para esmerilhadeiras, a velocidade nominal não deve exceder a velocidade periférica do acessório de 80 m/s na capacidade nominal.

 
De modo geral, as ferramentas elétricas podem ser extremamente perigosas se usadas incorretamente. A cada ano, milhares de pessoas são feridas ou mortas por acidentes com ferramentas elétricas. Os acidentes comuns associados a elas incluem abrasões, cortes, lacerações, amputações, queimaduras, eletrocussão, ossos quebrados, etc. Esses acidentes geralmente são causados por vários motivos.
 
Por exemplo, tocar nos componentes de corte, furação ou retificação, choque elétrico devido a aterramento inadequado, defeitos no equipamento ou uso indevido do operador, ser atingido por partículas que ejetam normalmente durante a operação, tocar em ferramentas quentes ou peças de trabalho, etc. Ao trabalhar com ferramentas elétricas, deve-se usar equipamentos de proteção individual e evitar usar roupas largas ou joias que possam prender nas máquinas em movimento.
 
Os equipamentos de proteção individual adequados, como óculos de proteção e luvas, devem ser sempre usados para se proteger dos perigos que podem ser encontrados ao usar ferramentas manuais. Igualmente, o piso do local de trabalho deve ser o mais limpo e seco possível para evitar escorregões acidentais com ou ao redor de ferramentas manuais perigosas.
 
As ferramentas elétricas devem estar equipadas com proteções e interruptores de segurança, pois elas são extremamente perigosas quando usadas incorretamente. Os tipos de ferramentas elétricas são determinados por sua fonte de energia: elétrica, pneumática, combustível líquido, hidráulica e acionada por pó. Para evitar os nunca devem carregar uma ferramenta pelo cabo ou mangueira; nunca puxar o cabo ou a mangueira para desconectá-lo da tomada; manter os cabos e mangueiras longe do calor, óleo e bordas afiadas; desconectar as ferramentas quando não as estiver usando, antes de fazer manutenção e limpeza e ao trocar acessórios como lâminas, brocas e cortadores.
 
As ferramentas elétricas são encontradas em praticamente todos os canteiros de obras e na maioria das residências. Elas podem agilizar o trabalho de construção e exigir menos esforço físico do operador. No entanto, com os benefícios que elas trazem, também há risco. Quando erros ou acidentes acontecem, podem ser graves. As ferramentas elétricas estão envolvidas em vários acidentes e incêndios a cada ano, por isso é importante considerar o uso seguro de ferramentas elétricas antes de começar o trabalho.
 
As ferramentas elétricas apresentam riscos como ruído, vibração, peças elétricas, móveis e lançamento de resíduos ou projéteis. Eles têm o poder de causar ferimentos graves e até fatais se usados incorretamente. A ferramenta deve ser adequada para o trabalho. O uso da ferramenta errada para uma tarefa pode criar tensões mecânicas e elétricas que tornam o equipamento inseguro. A ferramenta certa fará o trabalho mais rapidamente e com menos riscos.
 
Verifique a ferramenta elétrica quanto a falhas antes de usar e não use uma ferramenta que possua defeitos, como danos à carcaça ou interruptores com defeito. Verifique se a tampa externa do equipamento não está danificada de maneira a causar riscos elétricos ou mecânicos.
 
Os acessórios certos devem ser usados, não apenas para a ferramenta, mas também para o que se está fazendo com ela. Se estiver cortando concreto, precisará usar uma lâmina ou disco projetado para cortar concreto, e não um para um material mais macio, como a madeira. O uso do acessório errado pode causar acidentes ao estourar ou quebrar, e ao aumento da poeira ou da projeções. Também pode aumentar os níveis de vibração e ruído, prejudicando a saúde do usuário.
 
As ferramentas elétricas não devem ser operadas em atmosferas explosivas, pois faíscas podem inflamar a poeira. A verificação da atmosfera, especialmente ao usar ferramentas elétricas em um espaço confinado, pode ser necessária se houver alguma dúvida. A entrada de água em uma ferramenta elétrica aumentará o risco de choques elétricos e, portanto, deve ser mantida fora da chuva ou condições de chuva.
 
Os plugues e cabos transportam eletricidade para a ferramenta e são expostos aos elementos para que possam ser danificados facilmente. Os cabos seguem as superfícies, embora cobertos por um revestimento protetor, eles ainda são uma das partes mais vulneráveis da ferramenta. Arrastar os cabos pelo chão pode facilmente causar danos. O contato com arestas vivas, peças móveis, calor e a passagem por cima também pode danificar o cabo.
 
O plugue da ferramenta elétrica deve corresponder à tomada. A modificação de plugues aumentará o risco de choques elétricos. As inspeções formais devem incluir a verificação dos plugues quanto a sinais de danos internos, superaquecimento ou danos causados pela água e garantir que o plugue esteja conectado corretamente com um fusível adequado.
 
Os usuários devem verificar visualmente os plugues e os cabos antes de usar; verificar se as conexões e as tampas estão intactas e se os fios internos não estão expostos. Manter o cabo e os plugues protegidos em armazenamento e uso e posicionar longe de perigos que possam causar danos. Cabos ou plugues danificados devem ser substituídos por um técnico competente.
 
A NBR IEC 60745-2-3 de 08/2019 – Ferramentas elétricas portáteis operadas a motor — Segurança – Parte 2-3: Requisitos particulares para esmerilhadeiras, politrizes e lixadeiras de disco é aplicável a esmerilhadeiras, politrizes e lixadeiras a disco, incluindo ferramentas angulares, retas e verticais, com capacidade nominal não excedendo 230 mm. Para esmerilhadeiras, a velocidade nominal não excede a velocidade periférica do acessório de 80 m/s na capacidade nominal. Não é aplicável às ferramentas dedicadas a cortes, as quais estão cobertas pela IEC 60745-2-22 e não se aplica a politrizes orbitais e lixadeiras orbitais, as quais estão cobertas pela NBR IEC 60745-2-4. Não é aplicável à retífica que utiliza pinças ou mandris para montagem de cones roscados e discos/rebolos montados em eixo adaptador que são cobertos pela IEC 60745-2-23.
 
As instruções de segurança para todas as operações devem incluir os avisos de segurança comuns para esmerilhamento, lixamento, escovação com escova de fios de aço, polimento ou operações de corte abrasivo. Por exemplo, esta ferramenta é prevista para funcionar como uma esmerilhadeira, lixadeira, escovadeira com escova de fios de aço, politriz ou ferramenta de corte.
 
Leia todos os avisos de segurança, instruções, ilustrações e especificações fornecidos com esta ferramenta. A falha em não seguir todas as instruções listadas a seguir pode resultar em choque elétrico, fogo e/ou ferimentos sérios. As operações como esmerilhamento, lixamento, escovação com escovas com fios de aço, polimento ou operações de corte não são recomendadas para serem executadas com esta ferramenta.
 
As operações para as quais a ferramenta não foi projetada podem gerar risco e causar ferimento nas pessoas. Não se deve usar acessórios de trabalho que não foram especificamente projetados e recomendados pelo fabricante da ferramenta. O fato de o acessório de trabalho poder ser montado em sua ferramenta não assegura uma operação segura.
 
A velocidade nominal do acessório de trabalho deve ser pelo menos igual à máxima velocidade marcada na ferramenta. Acessórios de trabalho funcionando em uma velocidade acima de sua velocidade nominal podem quebrar e ser arremessados.
 
O diâmetro externo e a espessura de seu acessório de trabalho devem estar dentro da capacidade nominal da ferramenta. Acessórios de trabalho de tamanhos incorretos podem não ser protegidos e controlados adequadamente. Para a montagem de acessórios roscados, a rosca do acessório deve coincidir com a rosca do eixo da esmerilhadeira.
 
Para acessórios montados por flanges, o furo do alojamento do acessório deve corresponder ao diâmetro de encaixe do flange. Os acessórios que não correspondem ao conjunto de fixação da ferramenta elétrica ficarão desbalanceados, vibrarão excessivamente e poderão causar perda de controle. Não use um acessório de trabalho danificado.
 
Antes de cada uso, inspecione o acessório de trabalho, verifique lascas e trincas nos discos/rebolos abrasivos, trincas e rasgos ou desgaste excessivos nos discos de apoio, afrouxamento ou fios trincados nas escovas de fios de aço. Se a ferramenta ou o acessório de trabalho tiver sofrido queda, inspecione se há danos ou instale um acessório de trabalho não danificado.
 
Após inspecionar e instalar um acessório, posicione-se, mantenha observadores longe do plano do acessório de trabalho rotativo e opere a ferramenta na máxima velocidade sem carga por 1 min. Acessórios danificados normalmente quebrarão durante este tempo de ensaio. Use equipamento de proteção individual.
 
Dependendo da aplicação, use protetor facial, luvas de segurança e óculos de segurança. Quando apropriado, use máscara contra pó, protetores auriculares, luvas e avental capaz de bloquear pequenos abrasivos ou fragmentos da peça de trabalho. O protetor ocular deve ser capaz de bloquear fragmentos arremessados, gerados pelas várias operações.
 
A máscara contra pó ou respirador deve capaz de filtrar as partículas geradas pela operação. A exposição prolongada a altos níveis de ruído pode causar perda auditiva. Mantenha os observadores a uma distância segura da área de trabalho. Qualquer pessoa que entre na área de trabalho deve usar equipamento de proteção individual.
 
Os fragmentos da peça de trabalho ou de um acessório de trabalho quebrado podem ser arremessados além da área de operação e causar ferimentos. Segure a ferramenta elétrica somente pelas superfícies isoladas da empunhadura ao executar uma operação onde o acessório de corte pode entrar em contato com fiação oculta ou com seu próprio cordão de alimentação.
 
O acessório de corte que entra em contato com um fio energizado pode tornar vivas as partes metálicas expostas da ferramenta e pode causar choque elétrico ao operador. Esse aviso pode ser omitido se o polimento ou lixamento forem as únicas operações recomendadas. Posicione o cordão afastado do acessório rotativo.
 
Ao se perder o controle, o cordão pode ser cortado ou enroscar e sua mão ou braço pode ser puxado ao encontro do acessório rotativo. Nunca repouse a ferramenta até que o acessório de trabalho pare completamente. O acessório de trabalho rotativo pode agarrar na superfície e causar a perda de controle da ferramenta. Não ligue a ferramenta enquanto estiver transportando-a.
 
O contato acidental com o acessório de trabalho rotativo pode enroscar na sua roupa, puxando o acessório de trabalho de encontro ao seu corpo. Limpe regularmente os orifícios de ventilação da ferramenta. A ventoinha do motor carrega a poeira para dentro da carcaça e o acúmulo excessivo de pó metálico pode causar riscos elétricos.
 
Não opere a ferramenta próximo a materiais inflamáveis. Faíscas podem inflamar estes materiais. Não use acessórios de trabalho que requeiram líquidos para resfriamento. O uso de água ou outro líquido para resfriamento pode resultar em eletrocussão ou choque elétrico. Isso não é aplicável às ferramentas especificamente projetadas para uso com um sistema líquido.
 
Deve ser ressaltado que o contragolpe é uma reação repentina à compressão ou bloqueio de um disco/rebolo rotativo, disco de apoio, escova de fios de aço ou qualquer outro acessório. O travamento ou o bloqueio levam a uma parada abrupta do acessório em rotação, o que, por sua vez, faz com que uma ferramenta descontrolada seja forçada na direção oposta do acessório rotativo no ponto de contato.
 
Por exemplo, se um disco/rebolo abrasivo for comprimido ou bloqueado em uma peça de trabalho, a borda do disco/rebolo abrasivo que está entrando no ponto de compressão pode cavar a superfície do material levando o disco/rebolo abrasivo a subir ou rebater. O disco/rebolo abrasivo pode tanto pular na direção do operador como na direção oposta a ele, dependendo da direção de movimento do disco/rebolo abrasivo no ponto de bloqueio. Discos/rebolos abrasivos podem também quebrar nestas condições.
 
O contragolpe é o resultado do mau uso e/ou de procedimentos ou condições de operação incorretos, e pode ser evitado tomando-se precauções adequadas. Por exemplo, segure firmemente a ferramenta elétrica e posicione seu corpo e braço de forma a permitir que você resista às forças de contragolpe. Sempre use empunhadura auxiliar, se fornecida, para o máximo controle sobre as forças de contragolpe ou reações pelo torque durante a partida.
 
O operador pode controlar as reações de torque ou forças de contragolpe, se precauções adequadas forem tomadas. Nunca posicione sua mão próxima ao acessório de trabalho em rotação. O acessório de trabalho pode contragolpear sobre sua mão. Não posicione seu corpo na área onde a ferramenta elétrica irá se deslocar no caso de um contragolpe. O contragolpe levará a ferramenta na direção oposta ao movimento do disco/rebolo no momento do bloqueio.
 
Deve-se ter um cuidado especial ao trabalhar cantos, quinas, etc. Evite ricochetear e bloquear o acessório de trabalho. Cantos, quinas ou ricocheteamento têm a tendência de bloquear o acessório de trabalho rotativo e causar a perda de controle ou contragolpe. Não acople uma lâmina de serra para entalhar madeira ou lâmina de serra dentada. Tais lâminas levam frequentemente ao contragolpe e perda de controle.
 
Quanto às instruções de segurança adicionais para operações de esmerilhamento e corte, use somente tipos de discos/rebolos que sejam recomendados para sua ferramenta elétrica e a capa de proteção específica para o disco/rebolo selecionado. Discos/rebolos para os quais a ferramenta elétrica não foi projetada não estão aptos a serem adequadamente protegidos e não são seguros. A superfície dos discos/rebolos de desbastes com depressão central deve ser montada abaixo do plano da aba de proteção.
 
Um disco/rebolo montado incorretamente que se projeta pelo plano da aba de proteção não está apto a ser adequadamente protegido. A capa de proteção deve estar corretamente fixada na ferramenta elétrica e posicionada para a máxima segurança. Dessa forma a menor área do disco/rebolo é exposta ao operador. A capa de proteção ajuda a proteger o operador contra fragmentos quebrados do disco/rebolo, contato acidental com o disco/rebolo e faíscas que podem incendiar a vestimenta.
 
As ferramentas com capacidade nominal excedendo 100 mm devem ter pelo menos duas empunhaduras. Uma das empunhaduras pode ser o corpo da ferramenta, se este possuir formato adequado. A conformidade é verificada por inspeção.
 
As esmerilhadeiras com capacidade excedendo 55 mm devem ser providas com pelo menos uma capa de proteção para proteger o usuário durante o uso normal contra: contato acidental com o produto abrasivo; ejeção de fragmentos do produto abrasivo; faíscas e outros fragmentos. Se a ferramenta for fornecida com um ou mais acessórios, a (s) capa (s) de proteção fornecida (s) deve (m) ser apropriada (s) para o (s) acessório (s) fornecido (s).
 
A capa de proteção (daqui em diante referenciada como capa) pode ser removível com o auxílio de uma ferramenta ou cumprindo os seguintes requisitos: duas ações separadas e distintas devem ser requeridas para remover a capa, por exemplo, empurrar uma alavanca e girar a capa; para a remoção, a capa deve ser girada a uma posição que não ocorra em uso normal. A capa deve também atender a alguns requisitos.
 
Ser projetada de forma que, em caso de quebra do disco/rebolo, a capa reduza o risco de ferimentos ao operador e permaneça fixada à esmerilhadeira por meios efetivos e seguros e esteja em conformidade com os ensaios. Deve facilitar a troca do disco/rebolo abrasivo sem a necessidade de remover a capa e ser projetada de forma que o risco de um contato acidental entre o operador e o disco/rebolo durante o uso normal seja minimizado, por exemplo, por uma possibilidade de ajuste.
 
Para prevenir a instalação de um disco/rebolo de dimensão maior, a distância de separação entre o lado interno da capa de proteção e a superfície periférica de um produto abrasivo novo, deve, em pelo menos um local, ser de no máximo 8 mm para ferramentas com capacidade nominal não excedendo 130 mm e 10 mm no máximo para ferramentas com capacidade nominal que exceda 130 mm. Para rebolos Tipo 1 (rebolos de desbastes) e discos Tipos 41 e 42 (discos de corte), a capa deve cobrir pelo menos 175° da periferia do disco/rebolo abrasivo e ambos os lados do disco/rebolo.
 
A proteção frontal deve ser projetada de forma a facilitar a substituição do disco/rebolo. Não é requerido que o final do eixo, porca e flange externo seja coberto. Para discos Tipos 27, 28 e 29, a capa deve cobrir a periferia do disco abrasivo e o lado do flange interno em pelo menos 175°. A periferia da capa deve ter uma aba na borda externa curvada para dentro pelo menos 3 mm da linha de interseção da face superior do disco mais espesso e com maior diâmetro, com a superfície interna da capa para a borda interna da aba, medida radialmente.
 
A face do disco mais espesso recomendado deve ser pelo menos 2 mm axialmente da superfície interna da aba. As extremidades salientes da aba em relação ao disco mais espesso recomendado podem ser chanfradas, mas não mais do que 45°. Para discos de corte diamantados, qualquer uma das duas capas acima é aceitável. Para rebolos Tipos 6 e 11 (rebolos do tipo copo reto e copo cônico), a capa deve cobrir pelo menos 240°da superfície periférica do rebolo.
 
A capa deve ser ajustável axialmente para compensar o desgaste do maior rebolo permitido e restringir para menos de 3 mm a exposição do rebolo. A conformidade é verificada por inspeção e medição. O ângulo de cobertura da capa é medido com o vértice no centro do eixo e estendido até a periferia da capa. A ferramenta deve ser projetada de forma a prevenir o afrouxamento do produto abrasivo em condições normais de uso.
 
As esmerilhadeiras devem ser providas com pelo menos flange (s) interno (s) e flange (s) externo (s) para montagem de tipos de discos/rebolos abrasivos que são destinados a serem utilizados com a capa fornecida junto com a esmerilhadeira.
 
Os flanges devem atender aos requisitos especificados. Os flanges não são requeridos com os seguintes projetos: inserto não reutilizável montado ou fixado por porca roscada incorporada ao disco/rebolo; rebolo do tipo copo com furo roscado ou modificado. A conformidade é verificada por inspeção. A esmerilhadeira deve ser montada com um disco de aço com espessura e formato iguais aos do produto abrasivo.
 
A porca de aperto deve ser apertada com um primeiro ensaio de torque, de acordo com a tabela abaixo. Um calibrador de folga com espessura de 0,05 mm deve ser utilizado para verificar se as superfícies totais das circunferências dos flanges estão em contato com o disco. O ensaio é satisfatório se em nenhum local o calibrador de folga puder ser introduzido entre o flange e o disco.
 
A porca de aperto deve ser adicionalmente apertada com o segundo ensaio de torque de acordo com a tabela abaixo. Um calibrador de folga com espessura de 0,05 mm deve ser utilizado para verificar a deflexão dos flanges. O resultado é satisfatório se em nenhum local o calibrador de folga puder ser introduzido mais de 1 mm entre o flange e o disco.
 
A ferramenta deve ser projetada de forma a prevenir uma velocidade, excessiva sob condição normal de uso. A velocidade da ferramenta não pode exceder a velocidade nominal em qualquer condição de operação. A conformidade é verificada por inspeção e por medição da velocidade, após a ferramenta ser operada por um período de 5 min. O acessório recomendado que produza a máxima velocidade deve ser instalado. Se a ferramenta for provida com um controle de velocidade sensitivo à carga.
 


Fonte: AdNormas


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