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SST - Especial Mercado Imobiliário: investimento em mão de obra reduz prejuízos


15/05/19

 Os treinamentos capacitam os funcionários a exercer suas atividades da maneira correta, com o objetivo de prevenir acidentes de trabalho

 
Muitas empresas do ramo da construção civil ainda têm a falsa ideia de que investir em segurança do trabalho é um gasto. Contudo, além de reduzir a insatisfação do cliente, diminuir as chances de acidentes no trabalho, o investimento também proporciona, segundo especialistas, grandes reduções nos gastos da empresa com afastamentos de funcionários.
 
Segundo dados do Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho (OSST), ferramenta do Ministério Público do Trabalho (MPT) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT), só no Espírito Santo entre 2012 e 2017, foram registrados 21.499 auxílios-doença por acidente do trabalho. O impacto previdenciário dos afastamentos no estado foi de R$ 175,7 milhões, com a perda de 3,8 milhões dias de trabalho.
 
O setor de construção de edifícios registrou comunicação de 720 acidentes no mesmo período no Espírito Santo. No Brasil, um acidente de trabalho é estimado a cada 48 segundos. Entre 2012 e novembro de 2018, 4,4 milhões de acidentes de trabalho foram registrados. Grande parte dos casos ocorreu na construção civil, o 4º setor econômico no país com mais ocorrências: 97 mil.
 
Apesar de os números ainda assustarem, os dados do OSST mostram que os registros anuais de acidentes têm apresentado diminuição. Especialistas acreditam que o fato de as empresas estarem se conscientizando sobre a importância dos investimentos em treinamento da mão de obra tem papel fundamental na redução desses dados.
 
Vantagens
 
De acordo com o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Espírito Santo (Sinduscon-ES), Paulo Baraona, as vantagens de contar com mão de obra treinada no setor da construção civil são grandes e vão desde segurança no canteiro de obras a serviços bem feitos dentro das normas e técnicas exigidas pelo setor econômico.
 
"O treinamento da mão de obra é crucial para a área da construção civil em todos os aspectos. Faz uma diferença muito grande quando as empresas têm treinamento da sua mão de obra e também quando reciclam o treinamento dos seus funcionários, porque traz um ganho grande em produtividade poupando retrabalhos. Além também da segurança do canteiro, evitando acidentes e também funcionários afastados. Com a alteração de materiais que temos tido na construção civil, torna-se ainda mais necessário o treinamento da mão de obra", diz Baraona.
 
Diminuição de riscos
 
Segundo Andressa Salomão, diretora comercial da Hábil Treinamentos, empresa especializada em treinamentos e assessoria em Segurança do Trabalho, na capacitação, os funcionários aprendem a forma correta de exercer suas atividades. Um dos focos do treinamento é a instrução de como devem ser utilizados os equipamentos de proteção, com o objetivo de aumentar a segurança e preservar a saúde do trabalhador.
 
"Com a capacitação, a empresa diminui a exposição ao risco de acidentes. O setor de construção civil é recordista em número de acidentes do trabalho, principalmente em quedas. O setor está em segundo lugar no ranking de acidentes fatais no trabalho. Por isso, nós falamos muito sobre capacitação do colaborador. Explicamos como utilizar os EPIs de forma correta e falamos sobre a importância da inspeção diária dos equipamentos. O objetivo é sempre minimizar os riscos", explica.
 
Andressa ressalta que entende que acidentes acontecem, mas, segundo ela, grande parte deles são provocados por negligência. "A pessoa que faz atividade diária, acaba ficando autoconfiante e pecando em pequenos detalhes, que podem provocar acidentes fatais. Se não fatais, outros acidentes são considerados graves, que geram afastamento do funcionário. Isso gera prejuízos para a empresa em muitos aspectos. A empresa pode ser até interditada. Isso é muito sério. Então, é assim que trabalhamos: com conscientização e treinamento dos trabalhos ", fala.
 
A diretora da Hábil Treinamentos lembra que a cultura de segurança deve ser uma premissa das empresas. "A empresa também precisa ter essa cultura de segurança do trabalho. Ela tem que ter uma gestão sobre isso e também realizar os treinamentos de capacitação e procedimentos de segurança. Muitas empresas consideram como gasto investir em segurança do trabalho, mas trata-se de um investimento que evita mais prejuízos", comenta.
 
Equipamentos e fiscalização
 
Existem dois tipos de equipamentos de segurança para o trabalho: Equipamento de Proteção Coletiva (EPCs) e Equipamento de Proteção Individual (EPIs). Com a chegada do e-social, os processos de saúde e segurança do trabalho devem ser adequados, do contrário poderá ser gerada altas multas para as empresas.
 


Fonte: Folha Vitória


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