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Acidente de Trabalho - Homem perde mãos e parte dos braços após descarga elétrica e sonha em ter prótese biônica


13/07/17

O aposentado Odair José Cardoso teve as mãos e parte dos braços amputadas após um acidente de trabalho e luta para conseguir uma prótese, em Goiânia. Ele era montador de redes de distribuição elétrica e foi atingido por uma descarga elétrica de mais de 14 mil volts. Mesmo perdendo parte da independência ele realiza as atividades domésticas e busca o equipamento biônico para ter mais qualidade de vida.
 
“A gente tem que aceitar com naturalidade, erguer a cabeça e mostrar pra gente mesmo que ainda tem uma vida para seguir, e eu tenho uma família para cuidar”, disse em entrevista à TV Anhanguera.
 
O acidente aconteceu há três anos, em Goiânia. Ele foi aposentado e atualmente a família é sustentada com pouco mais de um salário mínimo. Após passar por cirurgia, ele começou a fazer acompanhamento no Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer) e, aos poucos foi retomando atividades domésticas, como fazer compras, cozinhar.
 
Segundo a esposa, a ajudante de cozinha Marli Pinheiro de Souza, o marido é responsável por cuidar da casa. Ela conta que ele cuida da cozinha e ela só ajuda quando tem que pegar alguma panela quente do fogão, ao coar café por exemplo.
“Ele me ajuda muito, todos os dias. Faz o lanche, faz o almoço. No final de semana eu trabalho e ele fica aqui. Ele que toma conta da casa”, contou.
 
Odair conta que chegou a conseguir uma prótese, mas foi orientado pelo fisioterapeuta a não utilizá-la, pois, segundo ele, poderia trazer problemas à saúde dele. A prótese ideal, segundo ele, é a biônica, e custa, em média R$ 110 mil. “Ele disse que pelo peso dela poderia até dar problema na coluna”, contou.
 
Em nota à TV Anhanguera, o Crer informou que as órteses e próteses são viabilizadas pela unidade por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o hospital, os produtos são personalizados para garantir o maior conforto do usuário.
 
No entanto, disse que “a prótese oferecida no âmbito do SUS por ser funcional mecânica, pode causar um desconforto ao paciente e restrições funcionais”, mas que “diversos pacientes já foram reabilitados com este tipo de prótese e adaptaram suas atividades de vida diária”.
 
“Existem próteses menos restritivas com acionamento mioelétrico por eletrodos e com movimentos através de micro-motores que podem ir de um simples movimento de abre e fecha da mão às mais avançadas com sensores e movimentos adicionais como prono-supinação do punho. Contudo estas próteses tem elevado custo e não se configuram atualmente na tabela de procedimentos do SUS”, diz a nota.


Fonte: G1 GO


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