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Seg.Portuária - CONPORTOS define novas regras para auditoria de segurança


15/01/12

A Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos e Via Navegáveis (Conportos), publicou a Resolução nº 47, que dispõe de critérios para a realização de auditorias nas instalações portuárias, em acordo com o Código Internacional de Proteção de Navios e Instalações Portuárias - ISPS Code. Além disso tambem divulgou o cronograma de
vistorias para 2011. Veja a seguir :

MINISTÉRIO DA JUSTIÇAª. Reunião da CONPORTOS, realizada no dia 07 de abril de 2011.

Art. 1º. Estabelecer critérios e disposições para as auditorias nas instalações portuárias, seus procedimentos e a avaliação dos controles de acesso de pessoas, cargas e veículos.

§ 1

I – da adequação da Avaliação de Risco e do Plano de Segurança com o ISPS Code e resoluções da CONPORTOS;

II – da conformidade com as especificações, requisitos técnicos, normas de segurança e documentação exigidos pelo ISPS Code e a regulamentação interna, bem como aferição da eficácia dos controles do sistema de proteção.

§ 2º. Para a realização das auditorias deverão ser observados, como requisitos mínimos, os constantes do Anexo.

Art. 2º. A auditoria a que se refere o art. 1º será realizada a cada 03 (três) anos e será individualizada para as instalações portuárias com certificação internacional, sem prejuízo do disposto no Código ISPS.

Parágrafo único. O disposto neste artigo não impede que, em decisão fundamentada, a CESPORTOS solicite à CONPORTOS a realização de auditorias em prazo inferior ou superior ao estabelecido no caput, respeitado o período máximo de 5 (cinco) anos entre cada auditoria, em função:

I – da natureza ou complexidade do sistema de segurança a ser auditado, tendo em vista as especificações, requisitos técnicos e normas de segurança estabelecidas para esse sistema;

II – da verificação de irregularidades em procedimentos anteriores de auditoria ou aumento do número de ROIP’s (registro de ocorrência de ilícitos penais) na instalação portuária;

III – do aumento da área abrangida pelo sistema de proteção, desde a realização da auditoria anterior;

IV – de alteração, atualização ou substituição do sistema de segurança;

V – da declarada inexistência de disponibilidade das CESPORTOS e da CONPORTOS para realizar acompanhamento técnico das auditorias;

Art. 3º A Auditoria terá supervisão da CONPORTOS, cuja equipe técnica será formada por representantes das CESPORTOS e da ANTAQ.

§ 1º A coordenação da equipe técnica será feita pelo Coordenador ou suplente da CESPORTOS local.

§ 2

§ 3

§ 4º Os representantes da equipe técnica deverão emitir Parecer sobre a fiscalização realizada.

Art. 4º A CONPORTOS publicará, com antecedência mínima de 60 (sessenta) dias, o cronograma das auditorias do semestre seguinte.

Art. 5º O representante da CESPORTOS ou da CONPORTOS, indicado para a auditoria, poderá estabelecer, durante a inspeção, critérios e requisitos adicionais para o fiel cumprimento do ISPS Code.

Art. 6º A CONPORTOS, após o recebimento e aprovação do Parecer da Equipe Técnica, deverá:

I – dar ciência à instalação auditada da conclusão da auditoria, na hipótese da inexistência de não-conformidades; ou

II – notificar a instalação auditada, na hipótese de inadequação do sistema de segurança ou de qualquer outro requisito técnico ou exigência estabelecida.

§ 1º Na hipótese do inciso II, a CONPORTOS deverá intimar a instalação portuária auditada para sanar, no prazo de 60(sessenta) dias, as não-conformidades verificadas na auditoria.

§ 2º Findo o prazo estipulado acima, a equipe técnica designada pela CONPORTOS retornará à instalação auditada para verificação das correções efetuadas na instalação portuária e procederá à elaboração de Relatório final circunstanciado a ser encaminhado para CONPORTOS e ANTAQ.

§ 3º Não ocorrendo o saneamento das não-conformidades, a ANTAQ poderá lavrar o Auto de Infração, dando início ao Processo Administrativo Contencioso – PAC ou oferecer a possibilidade de correção, por meio do estabelecimento de um Termo de Ajuste de Conduta – TAC.

§ 4º O não saneamento das não-conformidades poderá acarretar a cassação da Declaração de Cumprimento – DC, por deliberação da CONPORTOS, sem prejuízo das penalidades aplicáveis pela ANTAQ.

Art. 7º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

o. A auditoria referida no caput consiste na verificação:o Na indisponibilidade da CESPORTOS, a CONPORTOS acumula as funções de Supervisão e Coordenação da equipe técnica.o Os nomes dos representantes da equipe técnica deverão ser submetidos à CONPORTOS para publicação de portaria de nomeação.

REGINA MARIA FILOMENA DE LUCA MIKI

Presidente

ANEXO I

 

 


1. DA DOCUMENTAÇÃO PRELIMINAR (DEVE SER ANEXADA À AUDITORIA)

Item a ser checado

DA INSTALAÇÃO PORTUÁRIA

01 – CNPJ

02 – INSCRIÇÃO ESTADUAL

03 – ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO

04 – REGISTRO COMERCIAL, CONTRATO OU ESTATUTO SOCIAL

05 – PROVA DE REGULARIDADE COM A FAZENDA FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL

DOS SÓCIOS/PROPRIETÁRIOS/REPRESENTANTES

06 – CARTEIRA DE IDENTIDADE

07 - CPF

08 – ESTATUTO

DOS SUPERVISORES DE SEGURANÇA - SSP

09 - CARTEIRA DE IDENTIDADE

10 - CPF

11 - CERTIDÃO NEGATIVA DE ANTECEDENTES CRIMINAIS EXPEDIDA PELA JUSTIÇA FEDERAL

12 - CERTIDÃO NEGATIVA DE ANTECEDENTES CRIMINAIS EXPEDIDAS PELA JUSTIÇA ESTADUAL;

13 – DOCUMENTO ATUALIZADO DE SSP (INFORMAR EDIÇÃO DO CESSP E/OU CASSP)?

2. DO PLANO DE SEGURANÇA (PFSP)

14 – Possui Plano de Segurança aprovado e atualizado?
Data: _____________.
15 –Fornece as medidas e os equipamentos necessários para controle, acesso e detecção de entrada de armas e equipamentos perigosos na instalação portuária?
16 –Estabelece medidas para prevenir o acesso não-autorizado às instalações e embarcações atracadas?
17 –Descreve procedimentos para responder a ameaças e violações de proteção?
18 –Descreve operações em emergência na interface navio/porto?
19 – Inclui procedimentos específicos a serem tomados em caso de ameaça terrorista, de bomba ou que envolvem reféns?
20 – Inclui procedimentos específicos a serem tomados em caso de ameaças terrorista, de bomba ou que envolvem reféns no navio atracado na instalação portuária?
21 - Inclui procedimentos específicos a serem tomados em caso de explosão, fogo na instalação ou em embarcações atracadas?
22 - Inclui procedimentos específicos a serem tomados em caso de desastres naturais?
23 - Inclui procedimentos específicos a serem tomados em caso de distúrbios civis/greve de funcionários ou procedimentos de evacuação de emergência?
24 – Descreve as formas de contactar os órgãos de segurança pública?
25 – Prevê procedimentos para atender a quaisquer instruções da CESPORTOS e CONPORTOS, quando forem elevados os níveis de proteção para 2 e 3?
26 – Nos itens 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20 e 21, prevê obtenção de assistência e suporte da aplicação da lei de Órgãos, entidades ou unidades federais, estaduais e municipais?
27 – Possui procedimentos para reportar incidentes de proteção?
28 – Prevê as responsabilidades do Supervisor de Segurança Portuária das instalações e de seus funcionários com relação aos aspectos de proteção?
29 – Possui cadastro atualizado do Supervisor de Segurança Portuária com procedimentos para contato durante 24hs?
30 – Existe cadastro e mecanismo para identificação de todas as pessoas do trabalho, com seus nomes e dados?
31 – Estabelece medidas para avaliação de funcionários antes de sua
contratação (ex. exigência de folha de antecedentes)?
32 – O funcionamento garante a proteção das informações contidas no plano?
33 – Possui medidas para proteção da carga e durante seu manuseio na instalação portuária?
34 – Existe previsão de procedimentos para responder aos sinais de alarme da instalação portuária e dos navios atracados?
35 – Possui planta com todos os pontos de acesso, áreas de trabalho, áreas de armazéns, de carregamento de cargas, devidamente identificados?
36 – Possui procedimentos que permitam o contato imediato com os funcionários da instalação portuária?
37 – Possui previsão de revisão periódica e atualização do plano de segurança? Qual a freqüência?
38 – Possui os dados básicos: localização; área física; características físicas da instalação; áreas terrestres, marítimas, acessos e cercanias; e representação gráfica?
39 – Definição da Unidade de Segurança (Resolução 12/2003 – CONPORTOS) e seu cadastramento?
40 – Possui sistema de cadastramento, movimentação e manuseio de veículos, embarcações, equipamentos, cargas em geral, mercadorias perigosas e substâncias nocivas?
41 – Procedimentos e registros de armazenamento de equipamentos, cargas em geral, mercadorias perigosas, substâncias nocivas?
42 – Possui normas de acesso definidas (do pessoal da Unidade de Segurança, proprietários, dirigentes e demais funcionários, trabalhadores eventuais e passageiros)?
43 – As normas de acesso contemplam procedimentos para as áreas de acesso público, controlado e restrito?
44 – Possui sistema com gravação de dados de segurança? Por quanto tempo?
45 – Possui processo de verificação de eficiência e eficácia dos equipamentos e sistemas de segurança, bem como da resolução das falhas porventura detectadas?
46 – Possui sistema de alarme e de comunicação previstos?

3. DASEGURANÇA

47 – O perímetro da instalação está devidamente protegido por muros, cercas, barreiras ou outros?
48 – As defesas do item 43 são adequadas para prevenir o acesso não-autorizado às instalações?
49 – O procedimento definido para cadastramento e autorização de acesso cumpre o seu mister (controle e cadastramento irrestrito de pessoas, cargas e veículos)?
50 – O material das defesas do perímetro estão em bom estado (necessário para prevenir acessos não-autorizados)?
51 – Existe inspeção periódica para verificar falhas nas defesas do perímetro?
52 – A área é coberta por outros meios de defesa?
53 – Existe sistema de CFTV ou outro similar?
54 – O CFTV está adequado (sem pontos cegos ou com funcionamento inadequado ou sem a devida nitidez)?
55 – Existem postos de controle em número adequado?
Qual a distância máxima entre uma barreira (defesa) e o posto mais próximo?________________________________
56 – Todos os funcionários são obrigados a exibir permanentemente sua identificação enquanto estiverem na área da instalação portuária?
57 – Existe meio eficaz de identificação do nível de proteção?
58 – Há solicitação de identificação em outros locais além do de ingresso à instalação?
59 – É procedimento normal a solicitação de identificação no interior da instalação?
60 – Existe a efetiva verificação da identificação pessoal nos pontos de controle de acesso?
61 – Existe controle de sistema em todos os pontos de acesso?
62 – A identificação pessoal (crachá ou outros) é registrada com número serial e código de barras (ou outro mecanismo) e fornecem controle irrestrito de pessoal à instalação?
63 – O crachá extraviado é substituído por outro com número diferente? É feita a baixa para a negativa de acesso do extraviado? Existe sistema singular de comunicação aos postos de controle do extravio?
64 – O procedimento de identificação de visitantes e de fornecimento de crachá aos funcionários que tiverem esquecido sua identificação são separados? O controle é feito indistintamente e de forma universal?
65 – As identificações são diferenciadas (cor ou forma) em face dos diversos locais com autorizações próprias, para facilitar a
identificação?
66 – O recolhimento das identificações tem procedimento eficiente?
67 – Existe previsão e efetivo para fazer o acompanhamento de pessoas na instalação portuária quando necessário (ex. visitantes, vendedores, motoristas, etc)?
68 – Há procedimento específico para o controle de acesso e movimentação de tripulantes? Há previsão de escolta de membros da tripulação das embarcações atracadas?
69 – Há procedimento específico para o controle de acesso de familiares e visitantes aos tripulantes dos navios atracados/fundeados? O registro de visitantes é eficiente e facilmente acessível?
70 – Existe controle de acesso de veículos?
71 – O estacionamento é supervisionado e restrito apenas à veículos próprios e controlados? Há sistema de vigilância no estacionamento?
72 – O procedimento de controle de tráfego na instalação é eficaz?
73 – Os veículos não-autorizados têm área própria de estacionamento?
74 – Os postos de controle de acesso às áreas restritas estão devidamente estruturados (localização, equipamentos e insumos)?
75 – A área restrita está devidamente cercada?
76 – A equipe de segurança realiza patrulhas rotineiras em todas as áreas (notadamente nas controladas e restritas)?
77 – Quantos funcionários fazem parte da equipe de segurança? Em que escala de turno trabalham?
78 – A equipe de segurança tem identificação própria (uniforme e autorização para área específica)?
79 – O SSP realiza reuniões diárias com a equipe da Unidade de Segurança?
80 – Os equipamentos de comunicação do SSP com a equipe de segurança, demais funcionários e órgãos de segurança pública e de defesa são eficazes? Quais são os meios utilizados?
81 – Em caso de crise ou emergência, existe previsão de procedimentos a serem adotados?
82 – Há registro de passagem da equipe de segurança por algum meio em pontos de controle? A ronda feita tem itinerário variado, para evitar estabelecimento de rotina?
83 – A equipe de segurança possui treinamento para portar arma de fogo?
84 – A equipe de segurança possui equipamentos adequados?
85 - A equipe de segurança recebe treinamento freqüente? (mencionar a freqüência)
86 - A equipe de segurança realiza exercícios? (mencionar a freqüência e data do último exercício)
87 – Os veículos da equipe de segurança possuem luzes intermitentes e giratórias?
88 – O sistema de detecção de invasão é sinalizado e monitorado de um ponto central, de modo que a força de resposta possa ser iniciada desse ponto?
89 – Todos os pontos de acesso são fechados quando não utilizados?
90 – As lâmpadas/iluminação porventura impróprias são imediatamente substituídas?
91 – Há revisão, atualização, registros de exercícios, incidentes e demais dados exigidos no PFSP? Há auditorias internas? Existe registro específico? Qual a freqüência?

4. OUTROS ITENS JULGADOS NECESSÁRIOS

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104 -

COMISSÃO NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA NOS PORTOS, TERMINAIS E VIAS NAVEGÁVEIS- CONPORTOS
ANEXO COMPLEMENTAR ao Art. 4º da Resolução Nº 47, de 07 de abril de 2011, publicada no Diário Oficial da União, nº 152, Págs. nºs 44/45, de 09 de agosto de 2011, que dispõe sobre critérios para a realização de auditorias nas instalações portuárias, em conformidade com o Código Internacional de Proteção de Navios e Instalações Portuárias – ISPS Code, e dá outras providências.
CRONOGRAMA DE AUDITORIA-2012
Aprovado na 93ª Reunião da CONPORTOS, de 18/novembro/2011.

26/03 a 06/04 - DC 01/04 - S. G. DO AMARANTE/CE - COMPANHIA PORTUÁRIA DE INTEGRAÇÃO PORTUÁRIA DO CEARÁ – CEARÁPORTOS – TERMINAL PORTUÁRIO DO PECÉM
26/03 a 06/04 - DC 02/04 - FORTALEZA/CE - COMPANHIA DOCAS DO CEARÁ S/A
26/03 a 06/04 - DC 19/04 - RECIFE/PE - COMPLEXO INDUSTRIAL PORTUÁRIO GOVERNADOR ERALDO GUEIROS - PORTO DE SUAPE/PE
26/03 a 06/04 - DC 21/04 - IPOJUCA/PE - TECON SUAPE S/A – TERMINAL DE CONTÊINERES DO PORTO DE SUAPE – IPOJUCA/PE
26/03 a 06/04 - DC 28/04 - IPOJUCA/PE - PETROBRÁS TRANSPORTE S/A – TRANSPETRO - TERMINAL AQUAVIÁRIO DE SUAPE – IPOJUCA/PE
09/04 a 20/04 - DC 03/04 - SANTOS - LIBRA TERMINAL 35 S/A – SANTOS/SP.
09/04 a 20/04 - DC 05/04 - SANTOS - LIBRA TERMINAIS S/A – (T 37) – SANTOS/SP.
09/04 a 20/04 - DC 06/04 - SANTOS - RHAMO INDÚSTRIA, COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA – SANTOS/SP.
09/04 a 20/04 - DC 09/04 - SANTOS - ULTRAFERTIL S/A – SANTOS/SP.
09/04 a 20/04 - DC 10/04 - SANTOS  - CARGILL AGRÍCOLA S/A - TERMINAL MARÍTIMO DA CARGILL AGRÍCOLA S/A – SABOÓ – SANTOS/SP
09/04 a 20/04 - DC 12/04 - SANTOS - CITROSUCO SERVIÇOS PORTUÁRIOS S/A - SANTOS/SP.
09/04 a 20/04 - DC 18/04 - SANTOS - CARGILL AGRÍCOLA S/A – TERMINAL DE GRÃOS - PORTO DE SANTOS/SP
09/04 a 20/04 - DC 22/04 - SANTOS - TERMINAL DE EXPORTAÇÃO DE AÇÚCAR DO GUARUJÁ LTDA - TEAG - PORTO DE SANTOS/SP
09/04 a 20/04 - DC 38/05 - SANTOS - BUNGE ALIMENTO S/A // CNPJ:84.046.101/0379-41
23/04 a 04/05 - DC 04/04 - RIO DE JANEIRO/RJ - VALESUL ALUMÍNIO S/A – ITAGUAÍ/RJ.
23/04 a 04/05 - DC 16/04 - SEPETIBA/RJ COMPANHIA PORTUÁRIA BAÍA DE SEPETIBA – CPBS – FERTECO/CVRD - PORTO DE SEPETIBA/RJ
23/04 a 04/05 - DC 17/04 - RIO DE JANEIRO/RJ - REFINARIA DE PETRÓLEOS DE MANGUINHOS S/A - TERMINAL MARÍTIMO DE MANGUINHOS – TEMANG - PORTO DO RIO DE JANEIRO/RJ
23/04 a 04/05 - DC 29/04 - RIO DE JANEIRO/RJ LIBRA TERMINAIS RIO S/A - TERMINAL DE CONTÊINERES - PORTO DO RIO DE JANEIRO/RJ
23/04 a 04/05 - DC 30/04 - RIO DE JANEIRO/RJ - MULTI-CAR RIO TERMINAIS DE VEÍCULOS S/A – TERMINAL DE CONTÊINERES - PORTO DO RIO DE JANEIRO/RJ
23/04 a 04/05 - DC 31/04 - RIO DE JANEIRO/RJ - MULTI-RIO OPERAÇÕES PORTUÁRIA S/A - PORTO DO RIO DE JANEIRO/RJ
23/04 a 04/05 - DC 32/04 -  RIO DE JANEIRO/RJ - MULTITERMINAIS ALFANDEGADOS DO BRASIL LTDA - TERMINAL DE CARGA GERAL E PAPELEIRO - PORTO DO RIO DE JANEIRO/RJ
07/05 a 18/05 - DC 11/04 - CURITIBA/PR - CARGILL AGRÍCOLA S/A – TERMINAL PORTUÁRIO DA CARGILL – PARANAGUÁ /PR
07/05 a 18/05 - DC 13/04 - FLORIANÓPOLIS/SC - SUPERINTENDÊNCIA DO PORTO DE ITAJAÍ - ITAJAÍ/SC.
07/05 a 18/05 - DC 14/04 - ITAJAÍ/SC - TERMINAL DE CONTÊINERES DO VALE DO ITAJAÍ S/A - TECONVI - ITAJAÍ/SC.
07/05 a 18/05 - DC 35/05 - S.F. DO SUL/SC - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE SÃO FRANCISCO DO SUL – APSFS – PORTO DE SÃO FRANCISCO DO SUL/SC.
07/05 a 18/05 - DC 36/05 - ITAJAÍ/SC - BRASKARNE COMÉRCIO E ARMAZÉNS GERAIS LTDA – ITAJAÍ/SC
07/05 a 18/05 - DC 37/05 - PARANAGUÁ/PR - BUNGE ALIMENTOS S/A // CNPJ:84.046.101/0282-84
07/05 a 18/05 - DC 40/05 - PARANAGUÁ/PR - COMPANHIA BRASILEIRA DE LOGÍSTICA S/A – CBL.
07/05 a 18/05 - DC 41/05 - PARANAGUÁ/PR - CENTRO SUL SERVIÇOS MARÍTIMOS LTDA
07/05 a 18/05 - DC 42/05 - PARANAGUÁ/PR - COMÉRCIO E INDÚSTRIAS BRASILEIRAS COINBRA S/A – TERMINAL DA COINBRA
21/05 a 01/06 - DC 20/04 - VITÓRIA/ES - FLEXIBRÁS TUBOS FLEXÍVEIS LTDA - PORTO DE VITÓRIA/ES
21/05 a 01/06 - DC 23/04 - VITÓRIA/ES - COMPANHIA VALE DO RIO DOCE – CVRD - TERMINAL DE VILA VELHA S/A – (TVV) - VILA VELHA/ ES
21/05 a 01/06 - DC 25/04 - VITÓRIA/ES - TERMINAL MARÍTIMO ALFANDEGADO PRIVATIVO E DE USO MISTO DE PRAIA MOLE - PONTA DE TUBARÃO / ES
21/05 a 01/06 - DC 33/04 - VITÓRIA/ES - SAMARCO MINERAÇÃO S/A - TERMINAL MARÍTIMO PRIVATIVO DE USO MISTO DE PONTA UBÚ - VILA VELHA/ES
21/05 a 01/06 - DC 34/04 - VITÓRIA/ES - TERMINAL MARÍTIMO ESPECIALIZADO DE BARRA DO RIACHO S/A – PORTOCEL - ARACRUZ/ES
04/06 a 15/06 - DC 07/04 - SANTARÉM/PA - CARGILL AGRÍCOLA S/A – TERMINAL FLUVIAL DE SANTARÉM – SANTARÉM/PA.
04/06 a 15/06 - DC 08/04 - ORIXIMINÁ/PA - MINERAÇÃO RIO DO NORTE S/A – TERMINAL FLUVIAL PRIVATIVO DE PORTO TROMBETAS – ORIXIMINÁ/PA.
04/06 a 15/06 - DC 39/05 - BELÉM/PA - CADAM S/A
04/06 a 15/06 - DC 43/04 - MACAPÁ/AP - COMPANHIA DOCAS DE SANTANA – PORTO ORGANIZADO DE SANTANA – PORTO DE MACAPÁ
18/06 a 29/06 - DC 15/04 - ARACAJU/SE - COMPANHIA VALE DO RIO DOCE S/A - TERMINAL MARÍTIMO INÁCIO BARBOSA - TMIB - BARRA DOS COQUEIROS/SE
18/06 a 29/06 - DC 24/04 - SALVADOR/BA - CARAÍBA METAIS S/A - TERMINAL PRIVATIVO EM ARATÚ / BA
18/06 a 29/06 - DC 26/04 - SALVADOR/BA - PETROBRÁS – PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - FÁBRICA DE FERTILIZANTES NITROGENADOS – TERMINAL MARÍTIMO DE AMÔNIA – FAFEN – TMA - PORTO DE ARATÚ / BA
18/06 a 29/06 - DC 27/04 - SALVADOR/BA - PETROBRÁS – PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - FÁBRICA DE FERTILIZANTES NITROGENADOS – TERMINAL MARÍTIMO DE URÉIA – FAFEN – TMU - PORTO DE ARATÚ / BA

R E S O L V E:



Fonte: Conportos


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