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Eventos - Seminário discute perícias médicas


27/09/11

Com a intenção de colher subsídios para amenizar ou até mesmo acabar com alguns conflitos acerca das perícias médicas, o Sindicato Único dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Osasco e Região (Sueessor) realizou na quinta-feira, 15, o II Seminário de Segurança de Saúde do Trabalhador – Perícia Médica do INSS e suas Consequências.

Profissionais da área da saúde, sindicalistas e gestores de RH prestigiaram o encontro, onde discutiram a atuação dos peritos médicos, atestados, laudos e exames expedidos por estes, além da desqualificação de alguns profissionais.

O advogado Antonio José de Arruda Rebouças, especialista em Previdência Social, questionou a postura médica dos peritos do INSS, que geralmente só apontam uma doença no prontuário do paciente. “O médico só coloca uma doença no prontuário, independente de quantas o paciente tenha, e escolhe aquela que o convém”, disse Rebouças.

Em relação a alguns peritos que não exercem adequadamente a função, somado a pacientes que simulam ter doenças, o chefe dos peritos médicos da gerência executiva do INSS de Osasco, Gilmerson da Costa Silva, acredita que qualificação e conscientização são os principais métodos para reverter a situação e melhorar o sistema do INSS. “Deve-se ter mais treinamento para os peritos e maior comprometimento da sociedade em denunciar os mal intencionados”, avalia.

Alta precoce traz problemas à sociedade

A alta precoce, juntamente com o indeferimento do beneficio ao trabalhador adoentado, também foi um dos temas debatidos no seminário. De acordo com a professora adjunta de pós-graduação em Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (UnB) e Institute For Work & Health (Fellow), de Toronto, Canadá, Anadergh Barbosa Branco, as altas concedidas precocemente podem transformar a doença em crônica, gerar invalidez do doente, sofrimento e despesa para o paciente, seus familiares e a própria Previdência.

Para o vice-presidente do Sueessor, Antonio Gervasio Rodrigues, os trabalhadores são prejudicados. “Hoje os trabalhadores são penalizados com altas precoces e voltam ao trabalho sem as mínimas condições de exercerem suas atividades”, avalia.

Justiça
Em relação ao indeferimento de beneficio pelo perito, que algumas vezes diagnostica o trabalhador apto a trabalhar quando, no mesmo momento, o atestado médico o considera não-apto, o advogado André Quadros informa que o trabalhador pode entrar com recurso. “O trabalhador pode solicitar revisão do pedido e, se sofrer prejuízo com o resultado, prová-lo e então pode processar o INSS por danos morais”, explica.



Fonte: Visão Oeste


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