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Trabalho diário exposto ao sol


24/09/02

O melanoma cutâneo é um tipo de câncer que tem origem nos melanócitos (células produtoras da melanina,) e que predomina em adultos. Sua mortalidade vem aumentando nas populações brancas de ambos os sexos, em várias partes do mundo. Nos Estados Unidos, foi o câncer de aumento mais expressivo, tendo sua incidência quase triplicada nas últimas quatro décadas.

No Brasil, a incidência de melanoma obtida a partir dos Registros de Câncer de Base Populacional de São Paulo, Porto Alegre, Recife e Fortaleza para os anos de 1978 a 1982 variou de 4,0 a 1,3 por 100 mil habitantes.
Os fatores de risco em ordem de importância são a sensibilidade ao sol (queimadura pelo sol e não bronzeamento), a pele clara, a exposição excessiva ao sol, a história prévia de câncer de pele, história familiar de melanoma, nevo congênito (pinta escura), maturidade (após 15 anos de idade a propensão para este tipo de câncer aumenta), xeroderma pigmentoso (doença congênita que se caracteriza pela intolerância total da pele ao sol, com queimaduras externas, lesões crônicas e tumores múltiplos) e nevo displásico (lesões escuras da pele com alterações celulares pré-cancerosas).
O melanoma tem como sintomas o aparecimento de lesões cutâneas pigmentadas, com mais de 0,6 cm de diâmetro, assimétricas, com bordos irregulares, apresentando crescimento e alteração de cor, ulceração ou sangramento. Ele pode se manifestar ainda por meio de alteração de cor ou tamanho de lesões congênitas. A coloração pode variar do castanho-claro passando por vários matizes chegando até à cor negra (melanoma típico) ou apresentar área com despigmentação (melanoma com área de regressão espontânea).
A cirurgia é o tratamento mais indicado. A radioterapia e a quimioterapia também podem ser utilizadas dependendo do estágio do câncer. Quando há metástase, o melanoma é incurável na maioria dos casos.

T.Woolley e colaboradores, médicos do trabalho da James Cook University, na Austrália estudaram o comportamento de trabalhadores, através de questionários, que exercem seu oficio ao ar livre expostos ao sol e já tinham tido um câncer de pele do tipo não melanoma( em inglês- previous non-melanoma skin cancer (NMSC), comparados com outros trabalhadores que também tinham lesões de pele susceptíveis( porem não melanomas) ou que trabalhavam em ambientes sem exposição ao sol Constataram que 36.8% de todos esses três grupos de operários passam mais da metade do seu expediente de trabalho expostos ao sol e nem por isso tomam medidas protetoras mínimas de proteção , mesmo já tendo tido uma lesão grave de pele.

Woolley T, Buettner PG, Lowe J.-Sun-related behaviors of outdoor working men with a history of non-melanoma skin cancer. J Occup Environ Med 2002 Sep;44(9):847-54


Fonte: Intramed


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